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sexta-feira, 10 de junho de 2011

"Ouvir" Tarzan Boy

"Ouvir"
A última categoria da caderneta de cromos e, para mim, a mais relevante. Pois o género de músicas abordadas nesta categoria são intemporais. Relembro aqui, com o vídeo, o hit Tarzan Boy, dos Baltimora. Lembro-me perfeitamente de ouvir isto em casa quando era mais novo. Este vinil consta da colecção que o meu pai, tão gentilmente, me passou e que eu guardo e respeito acima de qualquer outra coisa. Enfim, poucos terão a capacidade de perceber esta minha ligação aos 80's.

"Ver" Vitinho

Tenho saudades de que me mandem para a cama. Várias gerações de crianças foram mandadas para a cama por entidades diferentes: - Os Meninos Rabinos, O Vitinho, Os Patinhos, hoje em dia, o Panda (foleiro). Mas tenho pena que os adultos nunca tenham sido mandados para a cama com o mesmo aconchego. Nos anos 70 e 80 eram mandados para a cama com o hino nacional. Uma pessoa depois de ouvir o hino fica com vontade de jogar à bola, não de dormir.
É como se uma estação de televisão fosse um serviço como outro qualquer, sei lá. Uma loja. Um restaurante. Uma pessoa vai a correr e em vez de perguntar se ainda vai a tempo de comer alguma coisa, pergunta:
"Ainda vou a tempo de ver um filme?"
Não, meu amigo, temos pena - já estamos a fechar. Agora só o hino."
"Ah, OK, obrigado. Nem sequer uma tosta?"
"Não, já fechamos a caixa. Agora só mesmo o hino."


quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Usar" Calças que picam

"Usar", é outro capítulo desta Caderneta de Cromos, e não menos hilariante!
Lembro-me perfeitamente de uma camisola que a minha mãe me "obrigava" a usar, porque era quentinha e gira (dizia ela)! No entanto, apesar de me proteger do frio, enchia-me o corpo de comichões.
Ora, um dos temas abordados neste capítulo incide sobre esta mesma situação, mas nas pernas. Nuno Markl fala-nos da sua experiência com "Calças que picam".
"É uma coisa muito própria dos anos 70 e eu quero acreditar que as nossas mães nos faziam usar essas calças para nos prepararem para a vida. (...) de uma forma quase metafórica e poética, para nos prepararem para o facto de a vida conter algum sofrimento e não ser um mar de rosas.

"Brincar" Bate-pé

O segundo capítulo da Caderneta de Cromos é composto por uma panóplia de jogos e brincadeiras, desde o Cubo Mágico, passando pelos Berlindes, até à célebre pirataria da ZX Spectrum. Aproveitando a dica da Carla, com o seu post sobre o primeiro beijo, venho aqui deixar referência a um jogo que, decerto, animou muitos dos nossos tempos livres.
Jogar ao BATE-PÉ!!!
"As regras do Bate-pé eram a coisa mais volátil do mundo.
Os rapazes ficavam de um lado, as raparigas do outro e havia um código de números - 1 a 10 - em que cada número equivalia a um acto crescentemente arriscado. Por exemplo, o número 1 era um aperto de mão. O número 2 era um beijo na mão. O número 3 era um beijo na cara... Estão a perceber a coisa, certo? E, pronto, um rapaz dirigia-se a uma rapariga, dizia um número, e ela, se não quisesse levar a cabo uma operação correspondente ao número, batia o pé..."
Era uma das melhores maneiras de participarmos numa espécie de orgia com as miúdas mais giras da escola, sem constrangimentos nem compromissos. A causa maior era o Beijo!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Comer" Fizz Limão

Este primeiro capítulo, denominado "Comer", está recheado de deliciosas recordações gulosas. Chicletes, Bolachas, Gelados são algumas das referências infantis de Nuno Markl.
FIZZ LIMÃO - Uma delícia do passado desaparecida. Nuno Markl mostra-se indignado com o desaparecimento de um dos melhores gelados alguma vez criado e, aproveitando a melodia da canção "A Lenda d'El-Rei D. Sebastião" do Quarteto 1111, cria uma espécie de música de culto ao famoso gelado.

Nota: Este cromo de Janeiro de 2010 deu origem a uma petição, no Facebook, criada por um ouvinte, desafiando a Olá a relançar o gelado Fizz. A petição foi assinada por milhares de ouvintes. Meses depois a Olá dava ouvidos aos fãs da Caderneta e o Fizz voltou mesmo às arcas congeladoras de Portugal!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Olá Petizada! Prontos para a galhofa?

A Caderneta de Cromos é um livro singular! À medida que começamos a desfolhar o livro, somos levados numa surpreendente viagem aos anos 70 e 80. Histórias comuns a todos nós e separadas estrategicamente em 5 categorias: Comer; Brincar; Usar; Ver; Ouvir.
Para complementar os relatos deste "mundo mágico do antigamente", Nuno Markl contou com a fantástica ilustração de Patrícia Furtado. No entanto, existe ainda a possibilidade de fazermos o download dos cromos a cores, imprimir e cola-los por cima dos impressos a preto e branco no livro.

E assim começa a viagem: "Olá, petizada! Prontos para a galhofa?"
"Parabéns por teres adquirido esta interessante colecção de cromos em que recordarás algumas das tuas coisas favoritas dos anos 70 e 80, esse tempo mágico em que não eras só a criança interior, mas também exterior. Ena, onde isso já vai! (...) Diverte-te! E pratica sempre o bem, como o MacGyver - mas evita aquele cabelo."

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Só visto...

Deixo-vos aqui um vídeo gravado durante uma das emissões da "Caderneta de Cromos" de Nuno Markl, na Rádio Comercial. A boa disposição reina nos estúdios da Comercial, no entanto só depois de vermos o vídeo percebemos o nível humorístico de Markl.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O Cromo lança uma Caderneta :)

Indiscutivelmente Nuno Markl é, hoje, uma figura incontornável da comédia em Portugal.
Esta "Caderneta de Cromos" é um bom exemplo do valor deste grande humorista, assim como a sua capacidade nata de se rir de si próprio.
A "Caderneta de Cromos" obteve um enorme sucesso, não só pelo livro em si, mas pela recriação feita nas manhãs da Radio Comercial, onde Nuno Markl se juntou a Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim e Vanda Miranda.
Deixo-vos com um pequeno trecho da apresentação do livro, como prova do reconhecimento obtido .

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Nuno Markl - O verdadeiro cromo!


Nuno Francisco Correia da Silva Lobato Markl nasceu em Lisboa a 21 de Julho de 1971. É uma espécie de "homem dos 7 ofícios": Humorista, Argumentista, Escritor, Locutor, Apresentador, Cartunista e Actor.

Começou a ser conhecido, pelas suas crónicas de notícias bizarras, na rádio comercial com o programa "O Homem que mordeu o cão". Este programa gerou três livros, um programa de televisão e uma digressão nacional com um espectáculo ao vivo.
Posteriormente, já na Ant3na, fez uma rubrica, baseada nas suas experiências quotidianas, denominada "Há vida em Markl". Esta rubrica era complementada por um blog e com cartoons no suplemento satírico "O Inimigo Público" do Jornal "O Público".
Actualmente...
É argumentista e actor da série cómica da RTP "Os Contemporâneos".
Tem uma crónica apelidada de "Caderneta de Cromos" na Rádio Comercial.
Na minha humilde opinião, este cromo pertence à caderneta da Ant3na, de onde nunca devia ter fugido!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Caderneta de cromos :)


Colecionar cromos...
Acho que faz parte da experiência juvenil de todos nós, pelo menos da minha!
Correr até ao quiosque mais próximo, comprar meia dúzia de saquetas de cromos, regressar a casa, todo sorridente, espalhar os cromos todos pela mesa e cola-los na caderneta! Bons velhos tempos!
Sou um grande fã do "trabalho" do senhor Nuno Markl, assim que o ouvi a publicitar o lançamento do livro intitulado Caderneta de Cromos nem pensei duas vezes. Mas, como verdadeiro Português que sou, andei a adiar sucessivamente a compra do mesmo (amanhã trato disso!) até que mo ofereceram! (lol)