
No seu primeiro romance, Estorvo, Chico Buarque de Hollanda retrata uma dimensão urbana em que o protagonista ( sem nome próprio, assim como as outras personagens), conduz uma existência á margem atravessando a realidade de uma grande cidade (talvez o Rio de Janeiro) no fio da navalha que separa as suas andanças entre uma realidade, digamos assim, real, e uma realidade que é real só por ser pensada, e que portanto é profundamente mutável. Nas próximas publicações iremos seguir esta viagem.


